A partir do dia 30/03, iniciei a preparação para a prova RHCE. Sempre tive vontade de fazer essa prova, mas até então os custos eram impeditivos: viagem para São Paulo (R$ 700,00) + Estadia (R$ 300,00) + Prova (R$ 1290,00).

rhce logo

Felizmente consegui convencer o corpo gerencial a aprovar essa certificação (e diga-se de passagem que estão preparando investindo bem em treinamentos). Por isso, não gostaria de reprovar nessa prova, assim como foi na LPI 303 (tirei 460 de 500, mínimo).

Os materiais que irei usar como base são: RH300 RHCE “Rapid Track” Course e RHCE Red Hat Certified Engineer Linux Study Guide Exam RH302 5th Edition.

Tentei fazer uma equivalência entre os dois conteúdos, montando um roteiro a ser seguido. O cronograma será o abaixo:

Guia de Estudos RHCE
DataRH300Study Guide
30/03/091. Essentials1. RHCE Prerequisites
31/03/092. Kernel Services8. Kernel Services and Configuration
01/04/093. Filesystem Management4. Linux Filesystem Administration
02/04/094. User Administration5. User Administration
03/04/095. Local Security(?) 14. X Window System
04/04/096. Advanced Partitioning(?)
05/04/097. Installation2. Hardware and Installation
06/04/098. System Initialization3. The Boot Process
07/04/099. RPM, YUM, RHN5. Package Management
08/04/0910. System Administration7. System Administration Tools
09/04/0911. Network Configuration13. Other Networking Services
10/04/0912. Network Security15. Securing Services
11/04/0913. Network File Sharing10. Network File Sharing Services
12/04/0914. Network Infrastructure11. Domain Name Service
13/04/0915. HTTP Service9. Apache and Squid
14/04/0916. Mail Service12. Electronic Mail
15/04/0917. Troubleshooting16. Troubleshooting
16/04/09Revisão e viagem
17/04/09Prova

Como mostra no planejamento, tentei fechar o assunto do Study Guide com o do RH300. Aparentemente, o Study Guide está mais organizado que o RH300, pois parte desde o momento da instalação até investigação de problemas. Se no final ficar ruim, provavelmente eu altero.

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Importante! A data da Latinoware 2009 ja foi definida, e sera realizada em Foz do Iguacu, dos dias 22 a 24 de Outubro de 2009. Anote na sua agenda e prestigie um dos maiores eventos de Software Livre do mundo!

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BashFAQ, BashGuide e BashPitfalls. Sensacionais.

Melhores guias sobre Bash que já li até hoje, juntamente com os memoráveis livros do Aurélio e Júlio Cezar Neves.

Recomendações:

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Procurando qual seria o conjunto de índices ideais para a sua instalação OpenLDAP com basicamente Samba?

Segue a lista que eu uso:

index   objectClass,entryCSN,entryUUID                  eq
index   uidNumber,gidNumber,uniqueMember                eq
index   cn,sn,uid,displayName                           pres,sub,eq
index   mail,givenname                                  eq,subinitial
index   member                                          pres,eq
index   memberUid                                       pres,eq
index   sambaGroupType                                  pres,eq
index   sambaSID,sambaPrimaryGroupSID                   pres,eq
index   sambaSIDList,sambaDomainName                    pres,eq
index   default                                         sub
 

Pois é, mais um ano se passou e outro vem com muitas expectativas. Neste final de 2008, resolvi me presentear com duas coisas que precisava há um bom tempo:

  • Memória de 2GB, Kingston;
  • HD de 250GB, Western Digital.

Agora, meu Macbook está com uma sobrevida de alguns anos, e nessa migração (antes tinha um HD de 80 GB), aproveitei para ajustar algumas coisas no particionamento do HD.

Geek ao extremo, adquiri essas peças na véspera de Natal, 24 de Dezembro. E claro, a clonagem do HD com certeza iria durar toda a madrugada, e eu só na expectativa.

Para realizar essa cópia de um HD para o outro, recorri ao famoso CloneZilla, que segundo relatos daria conta do recado. Para conseguir realizar essa clonagem tive que fazer um malabarismo:

  • Como eu não tinha como copiar direto do HD antigo SATA para o HD novo SATA, e o meu desktop também não suporta SATA (é um AMD XP 1600+, com 512MB de memória!), tive que comprar um conversor SATA -> IDE;
  • Com esse conversor, fiz uma imagem do HD SATA antigo para o HD IDE que peguei emprestado do meu cunhado;
  • E após terminada a imagem, coloquei o HD SATA novo e carreguei a imagem criada no HD IDE para ele.

Malabarismo terminado, foi hora de ligar o HD novo no Notebook e verificar o funcionamento. Basicamente eu tenho 2 sistemas operacionais, Mac OS e Fedora. Primeiro teste, Mac OS funcionando perfeitamente. Segundo teste, Fedora não carrega. O GRUB me parece um pouco perdido, e eu lembrei da velha história do EFI x MBR.

Como o meu Mac OS possui o rEFIt, apenas entrei na tela de configuração dele, durante o boot, e mandei fazer o sincronismo EFI -> MBR. Dito e feito, o Fedora bootou sem problemas.

Mas eu ainda não estava satisfeito, já que o ano novo se aproximava e nada como uma faxina geral para começar o ano bem. Logo, resolvi formatar a partição do Fedora e deixar o disco particionado da seguinte maneira:

  • Partição 1: EFI (necessária para o Mac OS, atualização de firmware, etc.) (~ 200MB)
  • Partição 2: HFS+, Mac OS (~30 GB)
  • Partição 3: ext3, Fedora (~50 GB)
  • Partição 4: TrueCrypt (~150 GB)

Ok, na soma não dá 250 GB. Isso geraria uma longa discussão, e para sumarizar, digamos que:

  • 1 Gigabyte = 1 000 000 000 bytes
  • 1 Gibibyte = 1 073 741 824 bytes

Duvida? Leia aqui.

Após finalizada toda a instalação, configuração e ajustes finais, o Fedora ficou da mesma maneira que estava antes. Depois da criação do dispositivo com TrueCrypt, faltava decidir qual filesystem eu iria usar, de maneira que fosse possível o intercâmbio entre os dois sistemas, Mac OS e Linux. Como o Mac OS possui um número limitado de opções, fiquei restringido basicamente a ZFS e FAT. Este último, não traz muito benefício, logo decidi pelo famoso ZFS!

E não é que funciona bem? Apenas com alguns ajustes, já foi possível obter escrita e leitura em ambos sitemas operacionais, sendo:

  • No Mac OS, atualização de drivers e binários, a partir daqui;
  • No Fedora, através do yum. :-)

Finalizando, converti a partição onde o Fedora está instalado para ext4, via Live CD. Depois, descobri que o GRUB não tinha suporte a boot nesse tipo de filesystem. Averiguando o estado de desenvolvimento do GRUB, verifiquei que ele já praticamente não está sendo atualizado, e todas as novidades vão para o GRUB2. Dessa forma, removi o GRUB e parti para o GRUB2: perfeito! E ainda, parece também que o GRUB2 consegue dar boot em sistemas onde o /boot se encontra em LVM. Não pude testar isso, mas acredito que acabará de vez com aquela velha partição de 100MB separada do restante. :-)

Quanto a prova LPI 303, achei que ela não estava tão difícil, mas eu não estudei bem. Imagino que perdi a oportunidade de ganhar outra certificação. Mas tudo bem, serve de aviso para as próximas!

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